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O Começo do Fim
Neste mês tão sublime, recebemos um convite especial: pararmos para refletir e contemplar a graça da nossa Mãe, que intercede por nós a cada dia. A Senhora do Silêncio e da humildade também levou uma vida caminhante, como cada um de nós.
Nos dias que antecederam a sua morte, Jesus estava sendo o comentário em Jerusalém. Maria, seguidora persistente, também se encontrava na cidade e ouvia as palavras do filho com admiração. Sentia, porém, calafrios ao saber que o perderia. “Pai, é chegada a minha hora”, orou o Senhor em voz alta. Ao ver Jesus ensangüentado, a Mãe caiu aos prantos ao confirmar que muitos não entendiam o projeto de Jesus.
Ao contrário do que possa parecer, uma espiritualidade madura não é sinônimo de ausência de sentimentos e ansiedades do ser humano. Maria era fortíssima, sim. Adaptava-se às mudanças. Era, porém, uma jovem mulher, feita de carne e osso.
Quando Jesus levava a cruz, seu sofrimento era indecifrável. O Filho que ela carregara nos braços estava nos braços de uma cruz... Mãe e Filho se despediram. Ela é nomeada a continuar as obras do Pai. Era um começo do fim.
Maria é a representante das gerações que a precederam e a porta das futuras gerações. A Mãe está entre Deus e os homens e nos ajuda na caminhada. Que Ela seja o modelo para todas as mães.
A nossa pastoral divide com a comunidade a alegria de mais um sacramento da Crisma. Tem mês mais especial para uma data tão marcante? É com muita honra que apresentamos os mais novos Soldados de Cristo, prontos a vivenciarem a Palavra.
Crismados, lembrem-se: o Pai aguarda a vossa resposta! Vocês são como Maria, nomeados a seguirem o plano do Pai.
Força e Luz.
1/5/2008
Fonte: JST
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